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As seis principais tendências de transformação digital na educação

Autor: Departamento de Comunicação – UNIPEER SOLUTIONS

Normalmente, a educação é uma das últimas indústrias a fazer grandes mudanças, ainda mantem métodos e práticas antiquadas. Mas, os educadores estão a perceber os benefícios da tecnologia na sala de aula. Através da transformação digital e da ascensão da tecnologia educacional, os professores começaram a fazer mudanças drásticas em suas instruções, avaliações, até mesmo na composição física de suas salas de aula, em um ritmo muito mais rápido do que o esperado. As 06 tendências que estão a fazer a causar impacto direto na aprendizagem dos estudantes:

1. Realidade Aumentada / Realidade Virtual / Realidade Mista

Já se foram os dias de alunos sentados em suas mesas para ouvir aulas expositivas. A tecnologia educacional está a tornar o aprendizado mais colaborativo e interativo. A realidade aumentada, virtual e mista são exemplos de como a tecnologia transforma e aprimora a instrução do professor e, ao mesmo tempo, cria lições imersivas que são divertidas e envolventes para os alunos. A realidade virtual tem a capacidade de trazer o mundo exterior para dentro da sala de aula e vice-versa. Diversos aplicativos tais como o Unimersiv podem transportar estudantes para a Grécia antiga, enquanto o Cospaces permite aos alunos partilhar criações virtuais com outros estudantes. A realidade virtual tem o potencial de aumentar a alfabetização visual, a alfabetização tecnológica e a atenção do público. A ideia é combinar RA / RM / RM pelo mundo da educação.

2. Conjunto de dispositivos para salas de aula

As escolas empregaram o conceito “Bring Your Own Device”(BYOD), em português “Traga Seu Próprio Aparelho” no lugar do laboratório de informática. Nos últimos anos mostraram um aumento significativo de computadores em sala de aula, Os Chromebooks (notebook concebido pelo Google e, normalmente, fabricado por uma empresa parceira. O laptop traz o sistema operacional Chrome OS) já são responsáveis por mais da metade dos dispositivos nas salas de aula dos EUA. Em 2014, mais de três milhões de Chromebooks foram usados nas instituições educacionais. À medida que esse número crescer, igualmente, cresce a necessidade de investir em programas para desenvolver habilidades que atendam à cidadania digital. Portanto, o atual ambiente escolar esta cada vez mais abrangente e on-line, apresenta possibilidades interessantes, mas exigem que os alunos sejam instruídos adequadamente sobre segurança cibernética e responsabilidade individual.

3. Redesenhando os espaços de aprendizagem

As salas de aula devem imitar os ambientes de escritório onde os espaços favorecem a colaboração e o aprendizado. A integração com as novas tecnologias apoia esse esforço e investimento. Em pleno século XXI, as salas de aula já utilizam SMARTboards (em português quadros interativos) em vez de quadros-negros e pods de SMARTdesks, em vez de assentos individuais. Os alunos estão participando de viagens virtuais em vez da leitura de um texto; estão criando médias e colaborando mais pelas diversas plataformas sociais. O espaço de aprendizado é redesenhado com tecnologia integrada, o que significa que os alunos não serão meros utilizadores de eletrónicos, pelo contrário, sabem utilizá-las para atingir um objetivo específico.

4. Inteligência Artificial

O uso de IA (Inteligência Artificial) no ensino superior já se mostrou útil. A Deaken University da Austrália utilizou a IBM Watson para criar um serviço virtual de consultoria disponível para os alunos, 24 horas por dia, sete dias por semana. Os consultores virtuais da IBM Watson apresentaram mais de 30.000 perguntas durante o primeiro trimestre, libertando os educadores para lidarem com problemas mais avançados. Outra utilização da IA inclui os chatbots (programa de computador que tenta simular um ser humano na conversação com as pessoas). Os chatbots são equipados com o Natural Language Progression, a exemplo do que é encontrado no aplicativo “Siri” da Apple, que têm a capacidade humana de responder a perguntas sobre tarefas escolares, ajudando os alunos em um processo burocrático, como ajuda financeira ou pagamento de contas, para facilitar a carga de trabalho das pessoas que normalmente atendem esses serviços. Outras aplicações da IA ​​na educação incluem a personalização da aprendizagem, avaliando a qualidade do currículo e do conteúdo, e a tutoria individual com o uso de sistemas inteligentes de tutoria. Contudo, a tecnologia não pretende substituir os professores, apenas serve para complementá-los.

5. Aprendizagem personalizada

Somos capazes de personalizar a aprendizagem mais do que nunca, conforme exemplo da escolha da escola – pública, privada ou virtual – às opções disponíveis para o aprendizado de um aluno. A educação pode ser feita sob medida para cada indivíduo. Contudo, a aprendizagem quando é combinada exige mais responsabilidade dos alunos, oferece mais opções de métodos e menos instrução direta do professor. Esse tipo de aprendizagem, baseado na descoberta, que combina métodos clássicos e modernos de ensino. Os alunos aprendem através dos seus computadores, além dos professores. A aprendizagem combinada é um bom exemplo de como os alunos podem controlar certos elementos de seu aprendizado tomando decisões sobre coisas como onde e a que passo elas se movem através do material.

O aprendizado adaptativo é semelhante ao combinado, também permite que os alunos tomem decisões sobre coisas como o cronograma e o caminho de seu aprendizado. A tecnologia de aprendizado adaptável coleta informações sobre o comportamento dos alunos enquanto respondem às perguntas e, posteriormente, usa essas informações para fornecer feedback a fim de ajustar a experiência de acordo com o aprendizado. Essas ferramentas educacionais, a exemplo do software SEQUENCE, permite aos educadores analisar seus alunos em tempo real, com objetivo tomar decisões com base nesses dados. Outra plataforma de aprendizagem, a Osmose, foi criada por médicos para médicos. O software revolucionou a forma como médicos estudam – utiliza conceitos educacionais baseados em evidências, como perguntas, flashcards (pequenos cartões que auxiliam a resumir e/ou memorizar uma matéria), dos vídeos, imagens correlacionadas com âncoras de memória, repetição espaçada adaptativa, aprendizado colaborativo e gamificação, para maximizar o aprendizado e a retenção. Essa personalização está a transformar a educação numa escolha, ou melhor, “escolha a sua própria aventura” como método de aprendizagem, aproveitando o interesse e engajamento do aluno.

6. Gamificação

Brincar e aprender colide quando as salas de aula utilizam o jogo como uma ferramenta de instrução. A tecnologia de jogos torna o aprendizado de assuntos difíceis, mais emocionante e interativo. À medida que a tecnologia avança, aumenta o uso dos jogos educacionais em todas as disciplinas. A vice-presidente sênior de aprendizagem on-line da Drexel University, Susan Aldridge, credita que esses jogos conseguem espelhar as questões da vida real, exige dos alunos, um conjunto valioso de habilidades para resolvê-los: “Esses mundos virtuais oferecem uma oportunidade única de aplicar novos conhecimentos na tomada de decisões, enquanto identificamos obstáculos, considerando as múltiplas perspectivas ajuda-nos a ensaiar várias respostas. ”São projetados para fornecer feedback imediato e motivar os alunos aprimorar suas habilidades por meio dos games”.

Estas novas tecnologias oferecem possibilidades inimagináveis ​​para os estudantes, mas à medida que as suas expectativas aumentam, aumenta a capacidade de atendimento e resposta por parte das instituições de ensino.

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