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O FUTURO DO TRABALHO: 10 PREVISÕES A CONSIDERAR EM CURTO PRAZO

Autor: Departamento de Comunicação – UNIPEER SOLUTIONS

As consequências económicas motivadas pelas novas tecnologias provocaram significativas rupturas sociais e políticas na sociedade. O ritmo acelerado da mudança tecnológica, em especial nas empresas, fez com que muitos reavaliassem a natureza fundamental do trabalho, em razão da estagnação económica, desaceleração da produtividade e dissociação entre crescimento e salários reais. O facto é que a digitalização e a automação criaram novas possibilidades de colaboração, de produção e gerenciamento para as empresas. Essa mudança transformacional oferece oportunidades substanciais, mas traz importantes desafios e interrupções para os mercados de trabalho, tais como; desenvolvimento de novas habilidades e de novas estruturas organizacionais.

As novas tecnologias continuam moldando a sociedade e determinando a natureza e a qualidade do trabalho. Tudo vai depender da compreensão e resposta dos formuladores de políticas públicas, líderes empresariais e trabalhadores respondam aos 10 tipos de mudanças:

1. A PRODUTIVIDADE DA FORÇA DE TRABALHO SE TORNARÁ CRÍTICA NO GERENCIAMENTO DE CAPITAL HUMANO.

Costuma-se dizer que a mudança é constante e acelerada. Mas, a maneira pela qual as empresas sobrevivem na nova economia é sobressaindo-se e adaptando-se às mudanças de mercado, tais como novas tecnologias e cenários de negócio. Para tanto, há que explorar a capacidade inata das pessoas em aprender, crescer e inovar nesse novo cenário.

2. O STAFF DE UMA EMPRESA ATINGIRÁ NOVOS NÍVEIS DE COMPLEXIDADE.

Por mais de 100 anos, a maioria das pessoas interpretou a “contratação de pessoal” como a contratação de funcionários para trabalhar em período integral ou parcial. Este conceito está a mudar devido à escassez de qualificações, quando comparadas com a mão-de-obra global e do aumento do trabalho virtual. Recrutar colaboradores para fazerem parte do quadro profissional de uma empresa, não significará necessariamente, contratar mais funcionários. Significa misturar habilidades de seus colaboradores para combiná-las às necessidades dos negócios, recorrendo se necessário a uma força de trabalho cada vez mais global, virtual e contingente. As empresas serão forçadas a redefinir o planeamento, o recrutamento, a equipa e a administração da força de trabalho.

3. NOVAS EXPERIÊNCIAS NO AMBIENTE DE TRABALHO.

As novas tecnologias tornaram a vida das pessoas mais fácil e agradável. Com elas é possível encontrar o caminho de uma cidade, comprar produtos, manter contacto com os amigos, assistir a filmes e centenas de outras experiências de vida. Apresentam características mais sociais e mobile, alavancadas com interfaces artificialmente inteligentes e por algoritmos de aprendizado de máquina. Nos próximos anos, observaremos um crescimento exponencial no uso da inteligência artificial (IA), chatbots, serviços inteligentes, aprendizado de máquina, soluções mobile e de plataformas sociais que tornarão o trabalho mais agradável, simples e envolvente.

4. O GERENCIAMENTO DE DESEMPENHO SE TORNARÁ UMA SOLUÇÃO, NÃO UM PROBLEMA.

As pessoas detestam o gerenciamento de desempenho há décadas. Mas, isso está a mudar, graças às empresas que repensam o gerenciamento de desempenho, para se concentrar no coaching contínuo e na tomada de decisões em equipa. Em breve chegaremos a um ponto de inflexão em que a temida revisão anual não será mais do que uma lembrança dolorosa, tendo sido substituída pela tecnologia móvel que permitiu soluções de gerenciamento de desempenho contínuo, apreciado por funcionários e gerentes.

5. RECONCEITUAR A COMPENSAÇÃO.

As empresas gastam recursos consideráveis a cada ano com aumentos salariais relacionados com o mérito, bónus, entre outras formas de compensação. No entanto, poucos delas podem responder com segurança à seguinte pergunta: “Qual é o retorno do investimento que a empresa obtém dos recursos gastos com remuneração para engajar a produtividade e a retenção de funcionários”? As empresas podem reduzir até ao último cêntimo de euro é gasto em compensações, mas não podem afirmar se os mesmos recursos financeiros estão a serem bem gastos. O futuro da compensação envolverá processos mais contínuos, nos quais os funcionários recebem diferentes tipos de recompensas ao longo do ano, e de diferentes fontes. A análise será usada para vincular investimentos em compensação a retornos de produtividade da força de trabalho.

6. INTOLERÂNCIA COM A DESIGUALDADE DE GÉNERO.

Por muito tempo, a desigualdade no ambiente de trabalho ainda é um problema, mas para muitas empresas esse problema não vale a pena resolver. Todavia, a força de trabalho está cada vez mais diversificada, particularmente graças à ascensão das mulheres que agora representam 50% ou mais do quadro profissional. Portanto, a sociedade está diante de um ponto de inflexão já há muito esperado, onde o tratamento desigual baseado em fatores não relacionados ao trabalho, como gênero, etnia e idade está a ser abertamente tratado e reconhecido pela sociedade. As empresas inteligentes reprojetarão pro ativamente suas práticas de gestão de talentos para garantir que o preconceito seja identificado e resolvido antes que aconteça no ambiente de trabalho.

7. A ASCENSÃO DO BEM-ESTAR TECNOLÓGICO.

As pessoas não são destinadas a viver em um mundo “sempre conectado” 24-7. O ritmo do trabalho está literalmente a “queimar pessoas”. As empresas precisam que seus funcionários sejam engajados, criativos e orientados a serviços. Mas isso é impossível se os funcionários estiverem cansados, estressados e distraídos. A tendência é as empresas disponibilizarem mais ferramentas de bem-estar para seus funcionários. Com a explosão da tecnologia de bem-estar no nível do consumidor, como os smart watches e a tecnologia de fitness, muitos empregadores procuram trazer essas ferramentas para o local de trabalho. No entanto, as organizações de sucesso serão aquelas que tornam essas tecnologias acessíveis, agradáveis e culturais para seus funcionários.

8. ORGANOGRAMAS VÃO DESAPARECER.

Fala-se muito em atualizar as empresas para atender a nova era digital. Mas, as empresas continuam a gerenciar suas forças de trabalho, com base em organogramas hierárquicos, criados no extinto império romano. Num mundo cada vez mais digitalizado, confiar em organogramas para orientar as decisões de gerenciamento da força de trabalho é tolo e perigoso. Algumas organizações progressistas têm eliminado os organogramas tradicionais para abordagens mais modernas e digitais.

9. AS EMPRESAS ABANDONARÃO A REFORMA DO TIPO TUDO OU NADA.

Haverá uma grande mudança na dinâmica do local de trabalho em relação às gerações mais velhas. Hoje, os indivíduos estão a viver mais e, portanto, a trabalhar por mais tempo – passando dos 60, 70 e até mesmo 80 anos de idade. As organizações visionárias percebem a necessidade de manter esse talento qualificado em sua organização, particularmente porque muitos setores enfrentam escassez crescente de habilidades. No entanto, essa transição também forçará as empresas a repensar seus empregos; por exemplo, muitas posições que costumavam ser em período integral se tornarão meio período. Nos próximos anos, as organizações começarão a se afastar da visão tradicional de tudo ou nada da aposentadoria.

10. O CRESCIMENTO DAS AMEAÇAS DIGITAIS E SEGURANÇA CIBERNÉTICA DO RH (RECURSOS HUMANOS).

O ransom ware (software nocivo que restringe o acesso ao sistema, cobra resgate financeiro para que os acessos possam ser restabelecidos pelos utilizadores) esse tipo de vírus estreou em 2017 com os ataques “WannaCry” e “NotPetya”. Mas, em 2018, as ameaças de sequestro de dados continuarão a proliferar. Os sistemas de RH não têm sido historicamente um dos principais alvos dos criminosos cibernéticos. Mas, os ataques continuarão nos próximos anos. Essas tendências tendem a evoluir nos próximos anos. Se há uma coisa que os psicólogos provaram ao longo dos anos sobre as previsões, é que a melhor previsão de comportamento futuro está na análise do comportamento do passado.

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